Yin And Yang
segunda-feira, 29 de abril de 2013 0 comentários

Comentários dos componentes.

- Segue nessa postagem os comentários dos membros da equipe do blog Kuduro.


(Eric Oliveira)

"È realizado o Congresso de  Berlim, em 19 de Novembro de 1884, com o objetivo de organizar, na forma de regras, a ocupação da África pelas potências coloniais e resultou numa divisão que não respeitou, nem a história, nem as relações étnicas do continente africano.
Até então, ocorre o Apartheid em 1948 na África do Sul. Conforme esta lei, todos os itens deixavam explícitas as restrições aos negros, com intuito de favorecer a minoria branca.
Diamantes extraídos, riquezas e sua economia interna eram baseadas na cultura de exportação, o que resultou em um continente com pouca capacidade industrial com índices baixos no requisito de educação. A insatisfação popular fez com que 20 mil estudantes protestarem contra a minoria branca no levante de Soweto.
A polícia Sul-Africana investiu contra estudantes desarmados matando cerca de 600 jovens. O enfraquecimento da Europa, diante da Segunda Guerra Mundial e a insatisfação popular gerou diversas revoltas. A Conferência de Bandung em 1955, ajudou os países a ganharem independência, já que foi um plano de solidariedade, de cooperação econômica e de defesa da autonomia política."  


(Amanda dos Anjos)

"O enfraquecimento das nações  europeias da Segunda Guerra Mundial e a eclosão de movimento de luta pela independência forma as duas causas para a independência do contitnente asiático, na sua descolonização ela teve o apoio dos norte-americanos e soviéticos, naquela época desenrolava-se a Guerra Fria e ambos desejavam expandir suas áreas. 
Muitas colônias se tornaram independentes entre 1945 e 1950, como a Ìndia, Paquistão, Sri-Lanka, Filipinas, Indonésia, Vietnã, Laos, em 1945. A Coréia deixou os domínios japoneses, essa ex-colônia  japonesa se decidiu na Coréia do Norte e do Sul. O Irã teoricamente nunca foi colônia de nenhuma metrópole europeia, pois sua independência a Ásia, herdou muitos problemas socioeconômicos que até os dias atuais são percebidos" 

(Thainá Reis)

"A dominação da Índia não foi uma tarefa difícil, pois a ausência de um governo centralizado, a diversidade de religiões e a existência de uma sociedade de castas facilitaram a penetração inglesa.
A partir da década de 1920, Mahatma Ghandi e Jawarharlal Nerhu, através do Partido do Congresso, com apoio da burguesia, passaram a liderar o movimento de independência da Ìndia.
Gandhi pregava a desobediência civil e a não-violência como meios de rejeição à dominação inglesa, transformando-se na principal figura do movimento indiano pela independência.

Em 1947, os ingleses reconheceram a independência indiana, que levou, em função das rivalidades religiosas, à formação da União Indiana governada por Nerhu, do Partido do Congresso, com maioria hinduísta, e do Paquistão, com maioria islamita. O Ceilão também se tornava independente, passando a ilha a se denominar Sri-Lanka, com maioria budista.
A independência da Índia resultava de um longo processo de lutas nacionalistas, permeadas pelas divergências religiosas entre hinduístas e muçulmanos, o que levou, em 1949, ao assassinato de Gandhi.
África e Ásia, desde o século XV, tornaram-se alvos de disputa entre as nações européias.
Com o advento do capitalismo  comercial, na Era Moderna, a América tornou-se a área onde a exploração colonial foi mais intensa. Mas nem por isso os europeus abandonaram as relações comerciais e o domínio político sobre a África e a Ásia.
Na segunda metade do século XIX, em razão das necessidades de mercado geradas pela segunda Revolução Industrial e em face das independências das colônias americanas, a Europa volta-se novamente à África e à Ásia, impondo o neocolonialismo.
As disputas entre as potências européias pelos territórios afro-asiáticos desencadearam a Primeira Guerra Mundial. A Europa saiu enfraquecida da guerra, perdendo sua hegemonia para os Estados Unidos.
A crise do pós-Primeira Guerra na Europa foi acentuada ainda mais pela crise de 29, que repercutiu nas áreas coloniais com o agravamento das condições de vida dos colonos, que iniciaram greves e revoltas contra as metrópoles européias. 
Esses movimentos coloniais foram contidos à força, mas acabaram resultando no nascimento de um forte sentimento nacionalista que se traduzia no desejo de independência.
Após a Segunda Guerra, a Europa declinou completamente, sendo dividida em áreas de influência entre EUA e URSS. O enfraquecimento da Europa significou o fortalecimento do nacionalismo e o crescimento do desejo de independência. Desejo esse que passou a se apoiar na Carta da ONU, que reconhecia o direito à autodeterminação dos povos colonizados e que fora assinada pelos países europeus (os colonizadores).
Em 1955, vinte e nove países recém-independentes reuniram-se na Conferência de Bandung, capital da Indonésia, estabelecendo seu apoio à luta contra o colonialismo. A Conferência de Bandung estimulou as lutas por independência na África e Ásia.
Terminada a Segunda Guerra Mundial, Estados Unidos e União Soviética passaram a liderar os dois grandes blocos, capitalista e comunista. Dentro do contexto da Guerra Fria, buscaram a expansão de suas áreas de influência. Nesse sentido, passam a ver nos movimentos de independência afro-asiática a possibilidade de ampliar sua influência política nas novas nações.

A principal conseqüência do processo de descolonização afro-asiática foi a criação de um novo bloco de países que juntamente com a América Latina passaram a compor o Terceiro Mundo.
Essa denominação deve-se ao fato de que os países originados a partir desses processos de independência acabaram por manter vínculos de dependência econômica com os países capitalistas desenvolvidos ou com países socialistas desenvolvidos."



domingo, 28 de abril de 2013 0 comentários

Sobre a Ásia...



A Ásia é o maior dos continentes, tanto em área como em população, abrange um terço das partes sólidas da superfície da Terra e é responsável por abrigar quase três quintos da população mundial. 
A Ásia faz fronteira no lado ocidental com a África e com a Europa, e no lado oriental com o Oceano Pacífico. O ponto extremo setentrional do continente está localizado no Oceano Glacial Ártico. Mas na parte meridional, a Ásia chega ao seu final na na região mais quente dos trópicos, nas imediações da linha do Equador.



Na Ásia são encontradas algumas das montanhas mais altas do mundo. Os rios mais extensos, os maiores desertos, planícies e platôs as selvas e florestas mais densas. 
 
O monte Everest,
 
 
a altitude máxima do planeta, está localizada a 8 848 m acima do nível do mar, ao longo da linha fronteiriça da República Democrática Federal do Nepal com a região autônoma chinesa do Tibete. 
 
Dos 50 países da Ásia, são encontradas algumas das maiores e menores nações do mundo, tanto em área como em população. 
 
A Federação Russa,
 
cuja parte europeia corresponde a um quarto de seu território, mas o restante é igual a três quartos na parte asiática, é duas vezes maior que os Estados Unidos e o Canadá juntos. 
Mas três nações asiáticas: Reino do Bahrein, República de Cingapura e República das Maldivas, juntas corresponderiam à extensão territorial da Ilha do Marajó.
A população da República Popular da China ou da República da Índia é maior do que as populações dos continentes norte-americano e sul-americano somadas. 
 
A civilização asiática teve início há mais de 4 000 anos, muito antes de começar no mundo ocidental, em termos de atividades econômicas, manifestações culturais e desenvolvimento da ciência. 
 
O povo da Ásia fundou as cidades mais antigas, estabeleceu os sistemas de leis mais antigos e criou a figura dos agricultores e comerciantes mais antigos. Os cidadãos da Ásia foram os inventores da escrita e criaram as primeiras literaturas.
 
 
 Os fundadores de todas as religiões mais relevantes do mundo foram asiáticos: 
Buda
 

 
Confúcio
 
 
 
 Jesus Cristo 
 
 
 
 Maomé
 
 
 Os asiáticos também foram os inventores do papel, da pólvora, da bússola e do tipo móvel.
sábado, 27 de abril de 2013 0 comentários

Descolonização da Ásia.

 
Para estruturar as colônias europeias no mundo foram necessários mais de quatro séculos, contando a partir do período das feitorias até a segunda metade do século XX.

A independência do continente asiático se deu por duas causas: o enfraquecimento das nações europeias após a Segunda Guerra Mundial e a eclosão de movimentos de luta pela independência.

O processo de descolonização asiático contou com o apoio norte-americano e soviético. Isso é explicado pelo fato de que naquele momento desenrolava-se a Guerra Fria. Desse modo, ambos desejavam expandir suas áreas de influência do capitalismo e do socialismo, respectivamente, isso nos países que iriam emergir com a independência.


A descolonização asiática sucedeu quase que simultaneamente com a Segunda Guerra Mundial. Muitas colônias se tornaram independentes entre 1945 e 1950, das quais podemos citar: Índia, Paquistão, Sri Lanka, Filipinas, Indonésia, Vietnã, Laos. A China promoveu a revolução socialista, em consequência disso pôs fim na dominação inglesa, alemã e japonesa em seu território. Em 1945, a Coreia deixou de se submeter aos domínios japoneses. Essa ex-colônia japonesa se dividiu em 1948, formando dois países: Coreia do Norte e Coreia do Sul.

O Camboja tornou-se independente da França em 1953. A Malásia e Cingapura conseguiram se libertar da colonização inglesa entre os anos de 1957 e 1965.

As colônias onde hoje se encontra o Oriente Médio se submeteram aos domínios europeus por muito tempo. Países como Líbano e Síria tiveram suas independências oficializadas em 1943 e 1946, respectivamente.

O restante dos países que integram o Oriente Médio obteve a independência somente após a Segunda Guerra Mundial. Com exceção do Irã, que teoricamente nunca foi colônia de nenhuma metrópole europeia.

Em razão de muitos anos de intensa exploração por parte das metrópoles europeias, as colônias se tornaram independentes, no entanto herdaram muitos problemas de caráter socioeconômico, os quais são percebidos até os dias atuais.
 
 
domingo, 21 de abril de 2013 0 comentários

História da Descolonização da África.


No final da Idade Média, os estados da Europa começaram a descobrir a África. Encontraram aí Reinos ou Estados, quer de feição: Árabe e Berbere ou Islamizados, no norte e ocidente daquele mesmo continente, quer habitados por populações negras pertencentes a uma variedade de grupos, principalmente ao Sul do Saara. Os primeiros contatos com estes povos não foram imediatamente de dominação, mas de carácter comercial. 
No entanto, os conflitos originados pela competição entre as várias potências europeias levaram no século XIX à dominação, e geralmente à destruição, reinos, processo este que culminou com a partilha do Continente Negro pelos estados europeus na Conferência de Berlim, em 1885.

  • (Este vídeo trás mais informações sobre a Conferência de Berlim de 1885.)
 
 
No entanto, as duas grandes guerras que fustigaram a Europa durante a primeira metade do século XX deixaram aqueles países sem condições para manterem um domínio económico e militar nas suas colónias. Estes problemas, associados a um movimento independentista que tomou uma forma mais organizada na Conferência de bandung, levou as antigas potências coloniais a negociarem a independência das colônias.


Apesar de toda a união entre os povos africanos, firmada na Conferência dos Povos da África, realizada na cidade de Acra, capital de Gana, a independência de alguns países, como a Argélia e a República Democrática do Congo, somente foi alcançada após desgastantes conflitos que se estenderam por até anos de guerra.

Ficheiro:Colonial Africa 1913 map.svg 
 (Mapa da África Colonial em 1913.)


Legenda :
Bélgica.
França.
Alemanha.  
Grã-Bretanha.
Itália.
Portugal.
Espanha.
Estados Indepedêntes     

  • Independência das Colônias Francesas.




 
A seguir à Segunda Guerra Mundial a França, que já se encontrava a braços com insurreição na Argélia e na Indochina e depois de já ter perdido Marrocos e a Tunísia, em 1956, como resultado de movimentos independentistas aos quais foi obrigada a ceder, tentou em Setembro de 1958, através dum referendo uma manobra de dar uma “autonomia” às suas colônias, que continuariam a fazer parte da “Comunidade Francesa”.



Com exceção da Guiné, que votou pela independência imediata, a Costa do Marfim, o Níger, o Alto volta e o Daomé decidiram formar a “União Sahel-Benin” e, mais tarde, o “Conselho do Entendimento”, enquanto o Senegal se unia ao “Sudão Francês” para formar a “Federação do Mali”. Estas uniões não duraram muito tempo e a França, em 1960, reconheceu a independência da maioria das sua colónias africanas.
  • Descolonização em Djibouti.

Djibout foi uma das colónias francesas que decidiu, manter-se na “Comunidade Francesa”, mas, devido a problemas de governação, a população local começou a manifestar-se a favor da independência.
Depois de um novo referendo, em 1977, o Djibouti tornou-se finalmente um país independente. Nas Comores, a história foi semelhante, mas com uma declaração unilateral de independência, em 75, que foi reconhecida no mesmo ano, mas que não abrangeu a ilha Mayotte, onde a população votou por manter-se como um território francês.

  •  Descolonização da Argélia.

A Argélia, ocupada pelos franceses desde o século XIX, faz parte da Região do Marghreb, entre o deserto do Saara e o Mar Mediterrâneo.



Enquanto em países como a Tunísia e do Marrocos a independência foi relativamente tranquila, na Argélia, argelinos e franceses estiveram envolvidos em um conflito, após diversos movimentos fracassados contra a ocupação francesa, que ocorriam desde a década de 40 do século XX.

 Os movimentos aumentaram após a Segunda Guerra Mundial e foram reprimidos pelas forças militares francesas.

Em 1954, eclodiu a sangrenta guerra que só terminou oito anos depois, com a declaração de independência da Argélia.




  •  A Independência do Egito.



O Egito estava sob domínio francês até 1881, quando a Inglaterra assumiu o controle do território. Em 1914, tornou-se um protetorado inglês.
O fim do domínio colonial inglês cessou em 1936. Porém, a Inglaterra não abriu mão do controle que exercia desde 1875 sobre o Canal de Suez. 



Durante a Segunda Guerra Mundial, o Egito foi palco de manobras militares alemãs e italianas, comandadas pelo general Rommel (Afrikakorps). 


Os ingleses, em 1942, expulsaram as tropas do Eixo e impuseram o rei Faruk no poder.
Em 1952, o general Naguib, com o apoio do Exército, depôs o rei e proclamou a República, assumindo o poder.
Em 1954, o coronel Gamal Abdel Nasser substituiu o general Naguib, mantendo-se no poder até 1970. 
  • Independência do Congo.



Em 1867, a Bélgica funda a Sociedade Internacional para a Exploração e Civilização da África, iniciando a ocupação do Congo, que se tornou possessão belga a partir de 1885, e colônia em 1908.
Terminada a Segunda Guerra Mundial, os movimentos de emancipação se generalizavam na África e, em 1960, na Conferência de Bruxelas, a Bélgica concede a independência do Congo, que passa a constituir a República do Congo. 




O governo passou a ser exercido pelo presidente:

Joseph Kasavubu





 e pelo primeiro-ministro:

Patrice Lumumba


Em seguida à independência do país, na província de Catanga, ocorre um movimento separatista liderado pelo governador:

 Moise Tchombe, 




que, apesar de proclamar a independência da província, não obteve o reconhecimento internacional. Desencadeou-se, então, uma guerra civil. 
Catanga recebia apoio de grupos internacionais interessados nos minérios da região e de tropas mercenárias belgas.
Em setembro de 1960, o presidente Kasavubu demite o primeiro-ministro Patrice Lumumba, e 


Joseph Ileo 


 assume o Gabinete. 

Lumumba não aceitou sua demissão e o Congo passou a ter dois governos. Então, o coronel Mobutu dissolveu os Gabinetes. Kasavubu foi preservado. Lumumba foi aprisionado e levado para Catanga, onde foi assassinado, em 1961. Sua morte provocou violentas manifestações dentro e fora do Congo. Internamente, a crise política se alastrava, o Congo se fragmentava, e as lutas dividiam a população.
Em 1962, as forças da ONU intervieram no Congo para impedir a secessão de Catanga. Moise Tchombe foi para o exílio.

Assumia o governo Cyrille Adula em meio aos movimentos liderados pelos partidários de Lumumba (morto em 1961), que se tornaria o símbolo da luta congolesa. 

Os partidários de Lumumba dominavam boa parte do país, em 1964, quando Adula convida Moise Tchombe (recém-chegado do exílio) para auxiliá-los e vencer os rebeldes. Adula renuncia e Tchombe assume o cargo de primeiro-ministro.
A guerrilha aumentava e, então, os EUA intensificaram a ajuda militar que já vinha concedendo ao governo de Tchombe. 
 
 
Os partidários de Lumumba, em resposta, transformaram 60 norte-americanos e 800 belgas em reféns da guerrilha, o levou a Bélgica a preparar uma ação de resgate, provocando o fuzilamento de 60 reféns pelos guerrilheiros os demais foram libertados. 

(Amigos e partidários de Lumumba.)

O presidente Kasavubu, em 1965, demitiu o primeiro-ministro Tchombe e logo em seguida o:

General Mobutu 


dá um golpe e assume a presidência do país, que a partir de 1971, passa a se denominar República do Zaire.
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Cultura Africana.

Como foi dito no post anterior, a África é conhecida por sua diversidade cultural. Que tal ampliar nossos horizontes neste assunto?



A cultura da África reflete a sua antiga história e é tão diversificada como foi o seu ambiente natural ao longo dos milênios. A África é o território terrestre habitado há mais tempo, e supõe-se que foi neste continente que a espécie humana surgiu. Os mais antigos fósseis de hominídeos encontrados na África têm cerca de cinco milhões de anos.


Os africanos prezam muito a moral e acreditam até que esta é bem semelhante à religião. Acreditam também que o homem precisa respeitar a natureza, a vida e os outros homens para que não sejam punidos pelos espíritos com secas, enchentes, doenças, pestes, morte etc. 
Não utilizavam textos e nem imagens para se basearem, mas fazem seus ritos a partir do conhecimento repassado através de gerações antigas.

Seus ritos são realizados em locais determinados com orações comunitárias, danças e cantos que podem ser divididos em: momentos importantes da vida, integração dos seres vivos e para a passagem da vida para a morte.
Sua influência na formação do povo brasileiro é vista até os dias atuais. Apesar do primeiro contato africano com os brasileiros não ter sido satisfatório, esses transmitiram vários costumes como :

  • A capoeira, que foi criada logo após a chegada ao Brasil na época da escravização como luta defensiva, já que não tinham acesso a armas de fogo; 

    • O candomblé, que também marca sua presença no Brasil, principalmente no território baiano onde os escravos antigamente eram desembarcados;
     
    •   A culinária recebeu grandes novidades africanas, como o leite de coco, óleo de palmeira, azeite de dendê.




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